O Governo de Barack Obama desafiou o Kremlin ao afirmar que não assinará com a Rússia documento para limitação de sistemas de defesa antimíssil e que a ascensão econômica dos "BRICS" não afeta a hegemonia militar dos membros da OTAN. Obama disse ainda que qualquer medida tomada pelos Aliados no CSNU priorizaria a segurança dos cidadãos norte americanos e europeus, dando a entender que os apelos feitos por Moscou para que fossem celebrados acordos que levassem em conta a "democratização" da ONU não foram ouvidos.
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